Hospital

Composição atual do CA

  • Francisco João Velez Roxo – Presidente do Conselho de Administração;
  • Helena Isabel de Seabra Nunes Almeida – Vogal Executiva com funções de Diretora Clínica;
  • Maria de Fátima Campos de Sena e Silva- Vogal Executiva;
  • Rui Jorge Dias dos Santos – Vogal Executivo com funções de Enfermeiro Diretor.

Depois da Publicação em Diário da República, 1ª série, nº 63, de 29 de março de 2017, e da Resolução do Conselho de Ministros nº 47/2017, que nomeou sob proposta dos Ministros das Finanças e da Saúde, Francisco João Velez Roxo, Helena Isabel de Seabra Nunes Almeida ( Diretora Clínica), Maria de Fátima Campos de Sena e Silva, Márcia Raquel Inácio Roque e Rui Jorge Dias dos Santos (Enfermeiro Diretor), respectivamente, para os cargos de presidente e de vogais executivos do Conselho de Administração do Hospital Professor Doutor Fernando Fonseca, EPE.

Histórico do CA do HFF entre 2013 e 2016

Através da Resolução n.º 34/2013, do Conselho de Ministros, publicada no Diário da República, 2ª série, n.º 253, de 31 de Dezembro de 2013, foram nomeados, sob proposta dos Ministros de Estado e das Finanças e da Saúde, Luís Manuel Abrantes Marques, Margarida Maria Pires Garcia Rato, Luís Miguel Ferreira Rodrigues Gouveia, Nuno Afonso da Costa Alves (Diretor Clínico) e João Luís Perestrelo Vieira (Enfermeiro Director), respectivamente, para os cargos de presidente e de vogais executivos do Conselho de Administração do Hospital Professor Doutor Fernando Fonseca, EPE.

09 de Março de 2015- Foi publicada no Diário da República n.º 47, 2ª Série, de 09 de Março de 2015, a Resolução do Conselho de Ministros, n.º 16/2015, de 26 de Fevereiro, que nomeia Helena Isabel de Seabra Nunes Almeida como Diretora Clínica do Hospital Professor Doutor Fernando Fonseca, EPE, em substituição de Nuno Afonso da Costa Alves.

15 de fevereiro de 2016- Foi ainda publicada no Diário da República, 2ª série, n.º 31, de 15 de fevereiro de 2016, a Resolução n.º 4-E/2016, do Conselho de Ministros, aprovada em 11 de fevereiro de 2016, que nomeia Francisco João Velez Roxo para o cargo de vogal executivo do Conselho de Administração do Hospital Professor Doutor Fernando Fonseca, EPE, em substituição de Luís Miguel Ferreira Rodrigues Gouveia.

6 de junho de 2016- Foi publicado no Diário no Diário da República, 2ª série, nº 108, de 6 de junho de 2016, a Resolução do Conselho de Ministros nº 14/2016, que nomeia Francisco João Velez Roxo para Presidente do Conselho de Administração do Hospital Professor Doutor Fernando Fonseca, E.P.E. e Maria de Fátima Campos de Sena e Silva para o cargo de Vogal Executiva do Conselho de Administração do Hospital Fernando Fonseca E.P.E..

Direção Clínica

A Direção Clínica desenvolve a sua atividade de forma a promover, implementar, e assegurar os melhores cuidados de saúde de acordo com os bons princípios da Governação Clínica, no mais profundo respeito pelas pessoas doentes a nosso cargo, utilizadores dos nosso serviços, que constituem a razão fundamental de existência da estrutura hospitalar. A Direção Clínica deverá desenvolver a sua atividade em estreita articulação com as outras Direções do HFF, de forma a contribuir para um funcionamento integrado e coerente do Hospital.

A sua filosofia de intervenção assenta no pressuposto de que a organização funcional clínica fundamental do Hospital tem por base a existência de Serviços. Esta prática deverá ser desenvolvida com base numa cultura em que é respeitada a autonomia dos clínicos e favorecida a sua responsabilização (princípio fundamental para um bom desempenho e que está na base da promoção da melhoria da qualidade do trabalho clínico).

A Direção Clínica tem a seguinte constituição:

Diretora Clínica:

  • Dra. Helena Isabel Almeida

Adjuntos da Direção Clínica:

  • Dr. José Loureiro
  • Dr. Fernando Aldomiro
  • Dr. Vasco Geraldes
  • Dra. Ana Germano

Direção de Enfermagem

A Direção de Enfermagem é uma direção técnica de primeira linha directamente dependente do Conselho de Administração. Esta Direcção é composta pelo Enfermeiro Diretor e três Enfermeiras Adjuntas.

O Enfermeiro Diretor integra por inerência o Conselho de Administração como vogal executivo. A Direção de Enfermagem compete a direção dos serviços de Enfermagem e Ação Médica do Hospital.

A Direcção de Enfermagem contribui para a máxima eficiência na organização dos cuidados de Enfermagem, assegurando elevados níveis de qualidade dos serviços, através:

  • Da existência de um sistema de melhoria contínua da qualidade dos cuidados de Enfermagem;
  • A existência de uma estratégia de formação contínua dos Enfermeiros e AAM, promotora do desenvolvimento profissional e da qualidade;
  • Monitorização de um conjunto de indicadores de qualidade e eficiência.

A Direção de Enfermagem tem a seguinte constituição:

Enfermeiro Diretor:

  • Rui Santos

Enfermeiras Chefes – Adjuntas da Direção de Enfermagem:

  • Lurdes Toscano – Enfermeira Adjunta da Direção de Enfermagem
  • Fátima Honrado Ferreira – Enfermeira Adjunta da Direção de Enfermagem
  • Helena Ribeiro da Silva – Enfermeira Adjunta da Direção de Enfermagem

Consulte aqui o organograma.

Princípios de Bom Governo

Consulte aqui os princípios de bom governo.

Regulamento Interno

Consulte aqui o regulamento interno do HFF.

Órgãos sociais e Modelo de Governo

Consulte aqui o modelo de governo aplicado de 2014 a 2016.

Consulte aqui o modelo de governo aplicado de 2008 a 2010.

Informação Financeira

Consulte aqui a informação financeira referente a 2012/2013.

Consulte aqui o esforço financeiro público referente a 2011/2013.

Regulamento de Procedimentos

Consulte aqui o regulamento de procedimentos a adotar em matéria de comunicação de irregularidades.

Ficha Síntese

Consulte aqui a ficha síntese referente a 2012/2013.

Consulte aqui a ficha síntese referente a 2011.

Plano de Prevenção

Consulte aqui o plano de prevenção de riscos, de corrupção e infrações conexas referente a 2014.

Consulte aqui o plano de prevenção de riscos, de corrupção e infrações conexas referente a 2013.

Avaliação do Plano de Prevenção

Consulte aqui a avaliação do plano de prevenção de riscos, de corrupção e infrações conexas referente a 2015.

Consulte aqui a avaliação do plano de prevenção de riscos, de corrupção e infrações conexas referente a 2015.

Ética

Consulte aqui o código de ética.

 

Declarações de Inexistência de Incompatibilidade 2017

Consulte aqui a declaração de Fátima Fidalgo.

Consulte aqui a declaração de Gisela Santos.

Consulte aqui a declaração de Patrícia Menino.

Consulte aqui a declaração de Ana Albuquerque.

Consulte aqui a declaração de Aguiar Câmara.

 

Declarações de Inexistência de Incompatibilidade 2016

Consulte aqui a declaração de João Fernandes.

Consulte aqui a declaração de João Soares.

Consulte aqui a declaração de Ana Paula Prata.

Consulte aqui a declaração de Ana Rita Brito.

Consulte aqui a declaração de Cláudia Costa.

Consulte aqui a declaração de Cláudia Elias.

Consulte aqui a declaração de Maria João Oliveira.

Consulte aqui a declaração de Nila Badracim.

Consulte aqui a declaração de Renata Afonso.

Consulte aqui a declaração de Alda Lino.

Consulte aqui a declaração de Alexandra Marques.

Consulte aqui a declaração de Álvaro Alves.

Consulte aqui a declaração de António Martins.

Consulte aqui a declaração de Bruno Gonçalves.

Consulte aqui a declaração de Carla Costa.

Consulte aqui a declaração de Carlos Morais.

Consulte aqui a declaração de Carlos Sousa.

Consulte aqui a declaração de Conceição Sousa.

Consulte aqui a declaração de Carlos Oliveira.

Consulte aqui a declaração de Elisabete Santos.

Consulte aqui a declaração de Fátima Pinheiro.

Consulte aqui a declaração de Fernanda Dantas.

Consulte aqui a declaração de Filipa Ribeiro.

Consulte aqui a declaração de Filipe Chibante.

Consulte aqui a declaração de Honrado Ferreira.

Consulte aqui a declaração de Isabel Horta.

Consulte aqui a declaração de Isaura Freire.

Consulte aqui a declaração de Jaime Jerónimo.

Consulte aqui a declaração de João Ferreira.

Consulte aqui a declaração de José Alves.

Consulte aqui a declaração de Helena Tomar.

Consulte aqui a declaração de João Fernandes.

Consulte aqui a declaração de Luísa Sancho.

Consulte aqui a declaração de Lurdes Toscano.

Consulte aqui a declaração de Cristina Carmona.

Consulte aqui a declaração de Marco Gonçalves.

Consulte aqui a declaração de Clara Aleluia.

Consulte aqui a declaração de Nazaré Boavida.

Consulte aqui a declaração de Nuno Arraiolos.

Consulte aqui a declaração de Nuno Fernandes.

Consulte aqui a declaração de Paco Lamelas.

Consulte aqui a declaração de Rui Mendes.

Consulte aqui a declaração de Sérgio Caneira.

Consulte aqui a declaração de Sílvia Camacho.

Consulte aqui a declaração de Teresa Fiuza.

Consulte aqui a declaração de Ana Nunes.

Consulte aqui a declaração de Helena Almeida.

Consulte aqui a declaração de Carlos Carvalho.

Consulte aqui a declaração de Susana Oliveira.

Consulte aqui a declaração de Fátima Assuda.

Consulte aqui a declaração de Sofia Macias.

Consulte aqui a declaração de Filipa Lascarim Mano.

Consulte aqui a declaração de Alvelos Leitão.

Consulte aqui a declaração de José Peralta.

Consulte aqui a declaração de Rosário Coelho.

Consulte aqui a declaração de Sónia Semião.

Consulte aqui a declaração de Nuno Falcato.

Consulte aqui a declaração de Ana Rodrigues.

Consulte aqui a declaração de Marco Ferreira.

Consulte aqui a declaração de Maria Melo.

Consulte aqui a declaração de Silva Pereira.

Consulte aqui a declaração de Ribeiro da Silva.

Consulte aqui a declaração de Paula Rio Ferreira.

Consulte aqui a declaração de Pedro Louro.

Consulte aqui a declaração de Alexandra Martins.

Consulte aqui a declaração de Filipe Freire.

O Hospital Prof. Dr. Fernando Fonseca, E.P.E., tem desde a sua fundação em 1994, uma especial preocupação com a Qualidade, o que se tem traduzido num esforço contínuo para melhorar os seguintes aspectos fundamentais:

  • Qualidade dos cuidados de saúde prestados;
  • Satisfação dos utentes, visitantes e profissionais;
  • Eficiência económica e financeira;
  • Minimização do risco e incremento da segurança, em todos os seus aspectos clínicos e não clínicos.

Tendo sempre em consideração as necessidades e expectativas, presentes e futuras, dos profissionais, maximizando a sua qualidade de vida e minimizando os riscos associados à atividade, nomeadamente a decorrente da prestação de cuidados de saúde.

Objectivos e Política da Qualidade

O Hospital tem por objectivos a prestação de serviços de saúde, no âmbito do Serviço Nacional de Saúde, bem como o desenvolvimento de actividades de formação e de investigação.

Na sua actividade, o Hospital rege-se pelos seguintes objectivos:

  • Assegurar a prestação de cuidados de saúde de qualidade, acessíveis em tempo oportuno;
  • Garantir, em todo o processo de prestação de cuidados, a segurança do doente;
  • Assegurar a sustentabilidade económica e financeira, promovendo a eficiência na utilização dos recursos e a efectividade nos resultados.

O Hospital tem como política de qualidade a melhoria contínua quer dos cuidados de saúde quer dos serviços de gestão e apoio, de acordo com as necessidades e expectativas dos utentes. Tal política geral é assegurada por um Sistema de Gestão da Qualidade que envolva profundamente todos os níveis organizacionais do Hospital, integrando os contributos de diversos órgãos internos individuais ou colectivos.

O cumprimento dos objectivos assumidos nos contratos-programa e planos de acção é objecto de avaliação e monitorização para assegurar a concretização das metas estabelecidas e o sucesso do Hospital enquanto serviço prestador de cuidados de saúde.

Constitui também objectivo estratégico do Hospital promover a melhoria contínua de todos os níveis das suas estruturas de gestão, de forma a dotar o Hospital de um modelo de gestão responsável, competente, efectivo, participado e motivado, no quadro de uma política de permanente desenvolvimento organizacional.

A organização de centros de resultados com gestores de nível intermédio segundo matrizes funcionais, o reforço da responsabilidade da gestão clínica operacional, o desenvolvimento de modelos de intervenção por projecto ou programa, a criação de condições de participação dos diversos sectores profissionais e funcionais constituem alguns dos vectores de concretização deste objectivo.

Acreditação CHKS/Certificação ISO

O processo de Acreditação do Hospital Fernando Fonseca e Certificação dos seus serviços, enquadra-se na sua Estratégia de Qualidade e Segurança tendo, assim, como objectivos fundamentais, garantir a satisfação dos seus utentes e profissionais e desenvolver o compromisso com a melhoria continua aos diferentes níveis, assegurado a conformidade do seu sistema de Gestão de Qualidade, face a referencias de qualidade e segurança reconhecidos internacionalmente.

“Para garantir que nos preocupamos sempre em fazer melhor”

A Acreditação do Hospital é o reconhecimento internacional, formal por parte do CHKS – Caspe Healthcare Knowledge System, de que o Hospital cumpre os requisitos de qualidade exigidos por esta instituição britânica.

O Hospital Fernando Fonseca, foi o primeiro hospital português a obter esta Acreditação (2002), na altura atribuída pelo King’s Fund Health Quality Service, tendo vindo a manter a sua Acreditação até à presente data, pelo CHKS. Atualmente encontra-se Acreditado pela 5ª vez, desde Outubro de 2015, pela edição mais recente do Programa de Acreditação Internacional para as Organizações prestadoras de Cuidados de Saúde ( 4ª edição ) continuando, assim, a dar a melhor resposta a requisitos de qualidade e segurança, cada vez mais exigentes.

Estes processos de Acreditação envolvem, sempre, a realização de auditorias externas realizadas por uma equipa independente de auditores exprientes do setor dos cuidados de saúde, à atividade e procedimentos do Hospital, tanto a nível dos Serviços Clínicos, como dos não clínicos (Exs: Negociação e Logística, Serviços Hoteleiros e Serviços Gerais; Gestão de Recursos Humanos; Gestão das Tecnologias e Informação). Estas auditorias podem ir, assim, desde a verificação ao cumprimento de critérios de segurança cirúrgica, de critérios de alta dos doentes ou da administração segura de medicamentos até, à avaliação de critérios de gestão dos resíduos hospitalares ou à verificação da existência de um plano de emergência.

O CHKS é uma prestigiada entidade acreditadora independente, que supervisiona e acredita unidades de saúde, em todo o mundo, seguindo padrões de qualidade, baseados nas melhores práticas internacionais

Por outro lado, e em complementaridade, tem vindo a fazer parte da Estratégia da Qualidade e Segurança do Hospital, a Certificação de Qualidade, gradual, de acordo ISO 9001, de alguns dos seus Serviços. Atualmente a Certificação segundo a Norma NP EN ISO 9001:2008, estende-se a 12 Serviços do Hospital:

  • Serviço de Anatomia Patológica
  • Serviço de Patologia Clínica
  • Serviço de Imunohemoterapia
  • Serviços Farmacêuticos
  • Serviço de Imagiologia
  • Serviço de Esterilização
  • Bloco Operatório Central
  • Unidade de Cirurgia Ambulatória
  • Serviço de Urgência Obstétrica e Ginecológica
  • Unidade de Negociação e Gestão de Contratos
  • Unidade de Gestão Logística
  • Serviço de Consulta Externa

Sistema de Gestão da Qualidade

O Serviço da Qualidade, do HFF, integra o Gabinete de Gestão do Risco e tem como missão promover, no hospital, uma cultura de melhoria de Qualidade e Segurança, através da assessoria e consultoria aos serviços clínicos e de apoio geral, em convergência com as políticas do Hospital, que garanta os melhores e mais seguros cuidados de saúde, com a satisfação dos “Clientes e Fornecedores Externos e Internos”, ao mais baixo custo.

Histórico da acreditação e certificação do Hospital Prof. Dr. Fernando Fonseca:

  • 2000 – 1º Hospital Português a ser Acreditado pelo King’s Fund
  • 2004 – Certificação de Serviços ISO e 2ª Acreditação pelo CHKS
  • 2007 – Certificação de Serviços ISO e 3ª Acreditação pelo CHKS
  • 2011 – Certificação de Serviços ISO e 4ª Acreditação pelo CHKS
  • 2015 – Certificação de serviços ISO e 5ª Acreditação pelo CHKS

Indicadores de Qualidade

Prestar cuidados com segurança

  • Taxas de mortalidade (Bruta e Ajustada pelo Risco)
  • Taxas de readmissão de doentes (Bruta e Ajustada pelo Risco)
  • Taxa de Partos por Cesariana
  • Demora Média (Bruta e Ajustada pelo Risco)
  • Índice de Complicações ajustado pelo Risco
  • Taxa de Conversão de episódios de Ambulatório em internamento
  • Prevalência e incidência de infecção
  • Prevalência e incidência de quedas
  • Prevalência e incidência de úlceras de pressão
  • Taxas de avaliação do Risco de Quedas
  • Taxas de avaliação do Risco de úlceras de pressão
  • Registo de ocorrências
  • Consentimento Informado Válido
  • Lista de Verificação de Segurança Cirúrgica
  • Taxas de consumo de solução alcoólica e higienização das mãos.

Prestar cuidados com equidade

  • % de utentes referenciados para consulta externa atendidos em tempo adequado
  • Tempo médio de resposta para consultas realizadas no CTH (dias)
  • Tempo médio de espera para Exames
  • % Desmarcação de Exames
  • % de doentes cirúrgicos tratados em tempo adequado
  • N.º de doentes em LIC (Mediana do tempo espera (dias); Média do tempo espera (dias)
  • % Cirurgia Ambulatório / Total Cirurgia Programada

Escutar o Utente

  • Inquérito de satisfação (telefónico e internamento)
  • Gestão de Reclamações /Sugestões/Elogios