Hand Medal Project: mais uma homenagem no HFF

16 Junho, 2021

O Hand Medal Project é uma iniciativa à escala mundial que pretende homenagear e agradecer aos profissionais de saúde que têm combatido a COVID-19 na primeira linha ou a assegurar funções de suporte essenciais à prestação de cuidados de saúde neste momento tão difícil. O Hospital Professor Doutor Fernando Fonseca (HFF) foi um dos hospitais escolhidos em Portugal para participar nesta singela e simbólica homenagem.

Na primeira entrega destas medalhas uma das homenageadas foi Ana Henriques, Chefe do Serviço Administrativo da Urgência Geral e da Urgência Básica do HFF. Tal como os restantes homenageados recebeu cinco medalhas, além da que lhe foi entregue, para oferecer a cinco colegas cujo trabalho quisesse reconhecer.

A homenageada decidiu não distinguir apenas colegas do serviço administrativo, mas também colegas de outras áreas profissionais, que desde o primeiro dia estiveram em constante colaboração com o Serviço de Urgência. A sua disponibilidade, entrega, altruísmo e dedicação foi uma constante desde o primeiro momento em que foi preciso reorganizar todo o Serviço de Urgência para fazer face a um inimigo desconhecido, a COVID-19.

Ana Henriques considera que “para ser uma equipa temos de ser um todo, e foi isso mesmo que aconteceu desde o primeiro momento em que surgiu esta pandemia.” As diferenças entre as classes profissionais “esbaterem-se no combate a esta pandemia e isso tornou possível desenvolver um ainda melhor trabalho numa altura muito conturbada,” afirma.

O Serviço de Urgência tem sido desde o início desta pandemia a porta de entrada dos doentes COVID no HFF, “e o excelente trabalho que temos desenvolvido só tem sido possível graças a esta constante entreajuda e dedicação de todos”, referiu a homenageada. “Estou muito orgulhosa do trabalho desenvolvido por todos os administrativos do Serviço de Urgência e também pelos profissionais que decidi homenagear, sem os quais teria sido muito difícil ultrapassar os momentos menos fáceis que esta pandemia nos tem feito viver”, conclui Ana Henriques.