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	<title>Arquivo de amadora-sintra - Hospital Prof. Doutor Fernando Fonseca, EPE</title>
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	<description>Unidade de saúde que combina a excelência profissional com as mais modernas práticas médicas</description>
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		<title>Paramiloidose: causas, sintomas e tratamentos</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Jun 2018 10:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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		<category><![CDATA[doença dos pezinhos]]></category>
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		<category><![CDATA[polineuropatia amiloidótica familiar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A paramiloidose afeta, em Portugal, cerca de duas mil pessoas. É uma doença crónica, progressiva e fatal que compromete a capacidade neurológica dos doentes. Foi descoberta por um médico português, o neurologista Corino de Andrade, na zona da Póvoa do Varzim, nos anos 50.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3341" src="http://hff.min-saude.pt/wp-content/uploads/2018/06/shutterstock_1059554531.png" alt="" width="620" height="413" srcset="https://hff.min-saude.pt/wp-content/uploads/2018/06/shutterstock_1059554531.png 620w, https://hff.min-saude.pt/wp-content/uploads/2018/06/shutterstock_1059554531-300x200.png 300w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></p>
<p>A <strong>polineuropatia amiloidótica familiar</strong> (PAF) ou <strong>paramiloidose</strong> é vulgarmente conhecida por <strong>doença dos pezinhos</strong> porque afeta, numa primeira fase, os membros inferiores. Os doentes começam a perder a sensibilidade, por exemplo, a estímulos térmicos e fica comprometida a sua capacidade motora.</p>
<p>Esta doença é causada pela alteração da estrutura de uma proteína produzida essencialmente pelo fígado, a transtirretina (TTR), que é depositada no sistema nervoso periférico, dando origem a uma <strong>polineuropatia sensitivo-motora progressiva</strong>.</p>
<p>A substituição de um único amino ácido, de valina por metionina, em posição 30 origina a mutação <strong>TTR Met 30</strong>, que é a principal forma mutada de TTR nos doentes PAF em Portugal.</p>
<p>A paramiloidose resulta assim de uma mutação que é transmitida de forma dominante. Ou seja, se o progenitor for portador, a probabilidade de um filho ser também portador da mutação é de 50%.</p>
<p>A doença desenvolve-se, geralmente, em doentes entre os<strong> 25 e os 35 anos</strong>. Pode, no entanto, só ser diagnosticada depois dos 50 anos.</p>
<p>Trata-se de uma doença <strong>hereditária, crónica, progressiva e fatal,</strong> com uma evolução, em média, de 10 anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SINTOMAS</strong></p>
<p>De acordo com a Associação Portuguesa de Paramiloidose, a <strong>diminuição ou perda de sensibilidade à temperatura</strong> (frio ou quente), sensações como <strong>formigueiro ou dormência</strong> ou sensações de <strong>dor intensa</strong> (como queimadura) são os sintomas iniciais típicos da doença. Em geral, estes sintomas iniciam-se nos pés e pernas e vão subindo até às mãos gradualmente ao longo dos anos.</p>
<p>As pessoas podem ainda apresentar uma <strong>perda de peso involuntária</strong>, <strong>alterações do trânsito intestinal</strong> (obstipação ou diarreia), dificuldade em fazer as <strong>digestões</strong> ou <strong>disfunção sexual</strong>.</p>
<p>Progressivamente as alterações gastrointestinais tornam-se mais acentuadas com <strong>diarreias frequentes, náuseas e vómitos</strong> e alterações urinárias muitas vezes manifestando-se como infeções urinárias de repetição. Podem ocorrer <strong>tonturas </strong>ou mesmo <strong>desmaio</strong> com as mudanças de posição devido à diminuição da tensão arterial.</p>
<p>Com o passar do tempo, regista-se uma <strong>diminuição da força muscular</strong> que começa nos pés e pernas e progride para os membros superiores já numa fase mais avançada da doença.</p>
<p>Embora não seja comum numa fase inicial, podem ocorrer <strong>tonturas ou palpitações</strong> por alterações da condição cardíaca. Os depósitos de amilóide no músculo cardíaco podem também provocar, numa fase posterior, <strong>insuficiência cardíaca</strong>.</p>
<p>O <strong>envolvimento renal</strong> pode ocorrer em um terço dos doentes, sobretudo quando há história familiar de problemas renais. Pode ser uma manifestação precoce da doença em casos raros, mas habitualmente é uma manifestação tardia da doença, conduzindo à <strong>falência do rim</strong> e à necessidade de <strong>diálise</strong>.</p>
<p>As perturbações visuais, como <strong>visão turva, olho seco, glaucoma ou diminuição da acuidade visua</strong>l, podem ocorrer em fases mais adiantadas da doença ou no início em associação com algumas mutações raras.<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>DIAGNÓSTICO</strong></p>
<p>O caminho até um diagnóstico rigoroso é muitas vezes <strong>longo</strong> já que os sintomas podem ser confundidos com os de outras doenças mais comuns. Uma das razões para esse atraso reside no facto de os primeiros sintomas passarem com frequência <strong>despercebidos.</strong></p>
<p>Por outro lado, devido à sua raridade, a paramiloidose não é muitas vezes considerada pelos médicos como um diagnóstico possível. Como resultado, os pacientes passam com frequência por múltiplas avaliações que podem levar a um <strong>tratamento inadequado</strong>.</p>
<p>Se há história familiar conhecida, o diagnóstico de paramiloidose é habitualmente feito por <strong>teste genético</strong> para deteção da mutação presente no membro da família afetado.</p>
<p>A confirmação da presença de substância amiloide num tecido através de uma <strong>biópsia </strong>é um exame complementar que permite identificar acumulação de amiloide responsável pelos sintomas da doença.</p>
<p>Com a descoberta do erro genético e bioquímico, o diagnóstico pode ser confirmado pela pesquisa da proteína mutante através da <strong>análise sanguínea.</strong></p>
<p>Adicionalmente a avaliação cardiológica pode ser um exame importante no diagnóstico da paramiloidose, nomeadamente nas formas predominantemente cardiogénicas.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>TRATAMENTOS</strong></p>
<p>Os doentes com paramiloidose deverão ser seguidos por uma equipa multidisciplinar envolvendo um <strong>neurologista, um cardiologista, um nefrologista, um oftalmologista</strong> ou outros especialistas de acordo com o envolvimento de outros órgãos.</p>
<p>Se a doença já se tiver manifestado, é normal uma consulta a cada 4 a 6 meses para avaliar a doença.</p>
<p>Sendo o fígado a fonte primária de TTR mutada, o <strong>transplante hepático</strong> tornou-se uma terapêutica bem estabelecida para <strong>parar a progressão da doença</strong> e <strong>aumentar a qualidade de vida</strong> se realizado precocemente na evolução da doença.</p>
<p>Em Dezembro de 2010 tinham sido feitos 1917 transplantes, relacionados com a paramiloidose, em todo o mundo. Este procedimento pode <strong>retardar a evolução dos sintomas</strong>, embora não seja de esperar uma recuperação dos danos causados no organismo.</p>
<p>É por isso que o transplante é, em geral, considerado sobretudo para pessoas no início da doença, mais jovens, com sintomas menos avançados e com boa condição física geral.</p>
<p>Contudo, o transplante hepático apresenta <strong>limitações</strong> por ser um tratamento invasivo, com uma mortalidade perioperatória significativa e associada a diversos efeitos adversos resultantes da imunossupressão prolongada.</p>
<p>Até há uns anos, o transplante hepático era a única solução existente de combate à doença. Mas, em 2011, a Agência Europeia de Medicamentos aprovou a comercialização de um <strong>fármaco específico</strong> (Tafamidis) para o tratamento da paramiloidose em doentes adultos. Foi comprovado que esse medicamento permite estagnar o avanço da doença, aumentar a esperança e a qualidade de vida dos doentes.</p>
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		<title>Choque anafilático: o grande perigo das alergias</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jun 2018 09:42:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Choque anafilático]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Comichão e urticária, inchaço nos lábios, na língua e nas pálpebras, dificuldades em respirar, náuseas, vómitos e dores abdominais intensas são apenas alguns dos sintomas de um choque anafilático. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3315" src="http://hff.min-saude.pt/wp-content/uploads/2018/06/choque_anafilatico_perigo_alergia_hff.jpg" alt="Choque anafilático: o grande perigo das alergias" width="620" height="413" srcset="https://hff.min-saude.pt/wp-content/uploads/2018/06/choque_anafilatico_perigo_alergia_hff.jpg 620w, https://hff.min-saude.pt/wp-content/uploads/2018/06/choque_anafilatico_perigo_alergia_hff-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></p>
<p>Quando pensamos em <strong>alergias</strong>, o nosso imaginário leva-nos imediatamente para a Primavera e os incómodos pólenes. Estes grãos produzidos pelas flores que andam pelo ar, normalmente no início da estação primaveril, são os responsáveis pela renite alérgica. Uma doença que provoca espirros incontroláveis, nariz vermelho, congestionamento nasal e um sem número de outras reações incómodas.</p>
<p>Mas há outras alergias que provocam sintomas verdadeiramente preocupantes. Alguns alimentos, por exemplo, podem provocar reações graves e imprevisíveis no organismo. O <strong>choque anafilático</strong> caracteriza-se por sintomas que vão desde dificuldade respiratória, a perda de consciência e, se não for tratado, pode mesmo levar à morte.</p>
<h3>O que é a anafilaxia e o choque anafilático?</h3>
<p>Quando um paciente é alérgico a alguma comida, por exemplo, o seu sistema imunológico não reconhece uma determinada proteína da comida como componente do alimento, mas sim como um agente invasor. Quando a proteína chega ao trato digestivo, os anticorpos do tipo IgE “pensam” equivocadamente que esta substância é nociva ao organismo e desencadeiam uma cascata de reações que têm como objetivo final destruir este suposto invasor.</p>
<p>A <strong>anafilaxia</strong> surge quando a reação alérgica é muito intensa. No extremo, o paciente pode evoluir para um <strong>choque anafilático</strong>, que é um colapso circulatório provocado por uma intensa reação alérgica.</p>
<p>Hoje a resposta à anafilaxia está numa <strong>caneta de injeção de adrenalina</strong> que pode literalmente salvar vidas.</p>
<h3>Causas da reação anafilática</h3>
<p>Várias substâncias podem desencadear uma reação anafilática. As mais comuns são:</p>
<ul>
<li>Comidas: derivados de leite, ovos, peixes e frutos do mar (camarão), soja, amêndoas e amendoim, crustáceos</li>
<li>Picadas de insetos (veneno de abelha e vespa)</li>
<li>Antibióticos: derivados da penicilina são os mais comuns.</li>
<li>Anti-inflamatórios</li>
<li>Anti-hipertensivos</li>
<li>Anestésicos</li>
<li>Látex.</li>
<li>Iodo</li>
</ul>
<h3>Sintomas da anafilaxia</h3>
<p>A <strong>anafilaxia</strong> costuma ocorrer em pacientes com histórico prévio de alergias a alguma substância, mas pode também ocorrer em pessoas que nunca tiveram episódios alérgicos. O quadro é imprevisível. Os sintomas costumam ter lugar em poucos minutos após o contato com os alergénios mas podem demorar até 1 hora a produzir efeito.</p>
<p>Os dois sintomas mais comuns e que ocorrem em até 90% dos casos são:</p>
<p><strong>Urticária:</strong> é uma erupção cutânea, muito pruriginosa, caracterizada por placas avermelhadas distribuídas pelo corpo</p>
<p><strong>Angioedema:</strong> trata-se de um inchaço da pele ou mucosa. Os mais comuns são os edemas em volta dos olhos, nos lábios, na língua. O mais perigoso é o edema da laringe, também conhecido como edema de glote.</p>
<p>Mas há outros sintomas que também podem ocorrer:</p>
<ul>
<li>Asma</li>
<li>Conjuntivite</li>
<li>Congestão nasal e rinite</li>
<li>Comichão generalizada</li>
<li>Náuseas e vómitos</li>
<li>Tonturas</li>
</ul>
<p>Nos casos mais graves, em que existe dificuldade respiratória e choque circulatório, a grave crise alérgica pode evoluir rapidamente para a morte se não for tratado a tempo. Os casos mais sérios de choque anafilático normalmente ocorrem após administração de medicamentos por via venosa ou picadas de insetos.</p>
<p>É impossível prever o choque anafilático, apesar de algumas pessoas apresentarem mais riscos que outras, como os pacientes com antecedentes de asma ou com episódio anterior de alergia a alguma substância. Doentes com histórico de insuficiência cardíaca, de bronquite crônica ou enfisema pulmonar correm maiores riscos de morte quando apresentam um quadro de anafilaxia.</p>
<h3>Caneta de adrenalina</h3>
<p>O paciente com sintomas de anafilaxia deve ser imediatamente transportado para um hospital. Quadros novos de angioedema ou urticárias também devem ser avaliados por um médico, já que é possível prever a sua evolução para choque anafilático. O tratamento é feito com adrenalina, corticóides, broncodilatadores e anti-histamínicos.</p>
<p>Alguns doentes com história clínica de reação anafilática têm sempre consigo uma <strong>injeção automática de adrenalina</strong> para autoadministração em caso de emergência. A <strong>epinefrina</strong>, uma substância geralmente conhecida como <strong>adrenalina</strong>, é uma solução eficaz que pode salvar vidas.</p>
<p>O que é que faz? Ao ser injetada, esta hormona aumenta a pressão arterial através de um estreitamento dos vasos sanguíneos e normaliza a respiração relaxando os músculos dos pulmões. Por outro lado, a epinefrina aumenta a frequência cardíaca e reduz o inchaço que se pode formar no rosto e nos lábios devido à reação alérgica. Uma ação rápida que reverte o choque anafilático.</p>
<p>Quem já tenha apresentado algum reação anafilática deve ser consultado por um <strong>alergologista</strong> e ser portador de alguma identificação da doença, como uma pulseira, para o caso de estar inconsciente e não poder fornecer história no momento do atendimento médico.</p>
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