ULS Amadora/Sintra destaca prevenção, reconhecimento precoce e acompanhamento no Dia Nacional do Doente com AVC

31 Março, 2026

A Unidade Local de Saúde (ULS) Amadora/Sintra assinala, esta terça-feira, 31 de março, o Dia Nacional do Doente com Acidente Vascular Cerebral (AVC), reforçando a importância da prevenção, do reconhecimento precoce dos sinais de alerta e do acompanhamento especializado destes doentes.

Desde 1 de julho do ano passado, a Via Verde do AVC da ULS Amadora/Sintra, coordenada pela respetiva Unidade de AVC, registou um total de 580 ativações até ao final de 2025, refletindo a elevada incidência desta patologia e a importância de uma resposta rápida e articulada.

No âmbito do balanço da atividade, a ULS destaca o papel determinante de equipas multidisciplinares, coesas e diferenciadas, no tratamento do AVC, que continua a ser a principal causa de morte e incapacidade em Portugal.

Durante o ano de 2025, foram registados 724 internamentos na Unidade de AVC, maioritariamente provenientes do Serviço de Urgência. Estes doentes foram acompanhados por equipas especializadas, responsáveis pela realização de exames complementares para estudo etiológico, controlo de complicações e implementação de planos de reabilitação, que incluem fisioterapia, terapia da fala e terapia ocupacional. A equipa de enfermagem assegurou ainda o treino de atividades de vida diária e a capacitação das famílias e cuidadores.

A ULS Amadora/Sintra sublinha a importância da adoção de estilos de vida saudáveis na prevenção do AVC, nomeadamente através de uma alimentação equilibrada, pobre em sal e gorduras, da prática regular de exercício físico, do controlo da tensão arterial, da cessação tabágica e da manutenção de um peso adequado.

A instituição alerta ainda para a necessidade de reconhecer rapidamente os sinais de um AVC, destacando a regra dos “3 Fs”: Fala (alterações súbitas na fala), Face (desvio da boca) e Força (fraqueza num braço e/ou perna). Perante qualquer destes sintomas, deve ser contactado de imediato o 112.

A resposta atempada é determinante, uma vez que, no AVC, cada minuto pode fazer a diferença na sobrevivência e na redução das sequelas.