A Fundação MEO doou cinco equipamentos (tablets) ao Serviço de Medicina Intensiva da ULS Amadora/Sintra para utilização na facilitação da comunicação entre doentes, seus familiares e equipas clínicas. Estes equipamentos contribuirão para melhorar as estratégias de comunicação com os profissionais de saúde do SMI, bem como estratégias de reabilitação motora, cognitiva e entretenimento para todos os doentes.
Esta doação vem suprir uma lacuna ao Serviço de Medicina Intensiva que cuida de perto de 1000 doentes por ano e terá seguramente impacto na melhoria dos cuidados prestados.
Porque a Humanização é peça central na prestação de cuidados de saúde com foco na relação que envolve profissionais, doente e família, tem sido crescente o empenho da ULS Amadora/Sintra e, em particular, do Serviço de Medicina Intensiva, no desenvolvimento de projetos neste âmbito.
Isto, porque no doente crítico, por particularidades associadas à sua condição, a comunicação, essencial à prestação de cuidados humanizados, encontra muitos desafios, nas diferentes fases da doença crítica. O recurso a tecnologias de apoio à comunicação, com ferramentas de comunicação aumentativa pode ser facilitador, com benefícios a vários níveis para todos os intervenientes (equipa, doente, família).
A ULS Amadora/Sintra agradece à equipa do Serviço de Medicina Intensiva, nomeadamente ao Grupo de Humanização, a procura da inovação e do uso da tecnologia para a melhoria de cuidados prestados.
Os agradecimentos são extensivos à Fundação MEO, nomeadamente nas pessoas de Carolina Pita Negrão, Raquel Carrilho e Daniel Freitas.