Dar sangue é dar vida: testemunhos de dadores no HFF

29 Julho, 2021

Francisco Ihano tem 21 anos e acabou de doar sangue. É algo que faz com regularidade desde os 18.
Ao seu lado está a sua irmã, Maria lhano, que acabou de atingir a maioridade. Motivada pelo irmão decidiu também vir doar sangue, pela primeira vez, no Serviço de Sangue e Medicina Transfusional (SSMT) do Hospital Professor Doutor Fernando Fonseca (HFF), um gesto benévolo e de grande importância para outras pessoas que possam necessitar de sangue.

Maria Manuela Jorge tem 65 anos e é dadora regular de sangue. No próximo dia cinco de dezembro completará 66 anos, atingido assim a idade limite para que possa continuar a doar sangue.
Esta é já a segunda dádiva que faz no decorrer deste ano, o que significa que só poderá doar sangue mais uma vez até ao seu aniversário. Isto porque as mulheres só podem doar três vezes sangue por ano, quanto que os homens podem fazê-lo quatro vezes ao ano.

“Acredito que todas as minhas dádivas têm feito a diferença a quem as recebe. É um dever cívico e humano que todos deveriam cumprir. Afinal é um pequeno gesto que salva vidas”, diz Maria Manuela Jorge. Esta dadora reconhece ainda que doar sangue no SSMT do HFF “é sempre um motivo de alegria e satisfação, pois sou sempre muito bem recebida por esta equipa fantástica”, conclui.

Inspire-se no exemplo destes irmãos e da Maria Manuela Jorge e doe sangue. Dar sangue é dar vida!

Mesmo em tempos de pandemia, dar sangue é seguro: não deixe por isso de fazer a sua dádiva nos dias úteis entre as 8:30h e as 15:00h, às terças-feiras até às 17:00h. É necessário o agendamento prévio da dádiva de sangue através do número 214348279/20, para permitir o distanciamento social e o cumprimento de todas as regras de segurança.